sábado, 22 de setembro de 2012

Os Escoteiros AnaBatistas da Quinta Estrela do Cruzeiro do Sul


São meninos perdidos, mas salvos por sua inocência em Cristo Jesus.
Somente os meninos não-salvos pela fé podem participar! Meninos com idade da razão não podem participar. Estes têm idade de 12 a 19 anos, os chamados teen, já que em inglês são os thwteen (12), thirteen (13) fourteen (14), fiveteen (15), sixteen (16), seventeen (17), eighteen (18), nineteen (19). Estes serão encaminhados ao exército da redenção.

Não serão permitidos salvos pela fé, a não ser para serem soldados três estrelas, ou seja, capitão. Os quais são os líderes da tropa dos Escoteiros Anabatistas.

A hierarquia é a seguinte:
uma estrela: soldado-Escoteiro Anabatista.
Duas estrelas soldado-Escoteiro Anabatista condecorado. As duas estrelas é a maior patente e honraria nos Escoteiros Anabatistas. Somente os mais bem comportados e de melhores notas, queridos e bem falados pelos pais, professores, avôs, amigos e vizinhos serão condecorados com a segunda estrela de Escoteiro Anabatista.  E somente o Escoteiro anabatista duas estrela poderá ser capitão da tropa.
O capitão da tropa NÃO é mais Escoteiro Anabatista; é jovem ou adulto e por isso deverá ser convicto e indubitavelmente salvo em Cristo Jesus! Tendo o testemunho do Espírito em seu espírito tão intenso, que o clamar que chama “Abba, pai!” é tão alto que até no inferno é ouvido.
A patente de capitão é a condecoração Peter Pan cristão, o eterno escoteiro Anabatista. Só ex-soldado Escoteiro duas estrelas poderá ser capitão tendo as três estrelas. A única e eterna exceção é a do primeiro líder-fundador dos Escoteiros Anabatista, mas que mesmo assim não é de fato e de verdade um genuíno Escoteiro, já que não foi devidamente condecorado e ninguém pode condecora-se a si mesmo, sendo este, portanto, um capitão honorário.
Crianças em estado terminal poderão receber as três estrelas. Crianças mentais ou especiais também.
Os Escoteiros Anabatistas terão um fardamento para uniformizá-los no grupo. A farda é para despersonalizar e igualar. A personalidade, porém, do menino Escoteiro Anabatista será respeitada quando estiver em trajes civis.

Atividades: Aprenderão grego, latim e hebraico para estudarem a Bíblia Sagrada a partir dos originais. Estudos que exigem concentração.
Aprenderão a fazer brinquedos artesanais. A desenhar, a jogar xadrez. Aprenderão falar em público, ética e etiquetas. Buscarão memorizar versos da Bíblia. Aprenderão a ter cuidados com irmãozinhos pequenos. Aprenderão ajudar a mãe em casa. Aprenderão a lavar suas roupas intimas e outras peças, a serem organizados, a respeitarem horários, a respeitarem os mais velhos. Aprenderão a brincar de arco-e-flecha, de duelo de espadas, tiro ao alvo etc.

Atividades de campo: farão panfletagem de folhetos evangelísticos, visitarão escolas públicas, hospitais infantis que não apresentam riscos de contaminação hospitalar. Farão panfletagem nas praias. Convidarão outras crianças para serem escoteiros e por extensão atingirão os pais dessas crianças com o Evangelho. E principalmente serão encaminhados à salvação eterna em Cristo Jesus.
Os escoteiros Anabatista também aprenderão a viajar na imaginação, irão à áfrica, ao Everest, a Nárnia, País das Maravilhas, Terra do Nunca, as Minas do rei Shalomão, Eldorado, Xanglilá, Xanadu, Éden e o Paraíso perdido, Praia Mansa e os céus.
Aprenderão a atingir seus pais com o Evangelho de Cristo.
Evangelizarão os escoteiros do mundo. Deverão ser submissos aos pais, professores e adultos de caráter, os errados e anti-bíblicos serão desconsiderados.
Não poderão se envolver com internet sem supervisão de um adulto responsável. Aprenderão a perceber os adultos maus e perversos como os pervertidos sexuais.
Aprenderão sobre zoologia, botânica e artes.
Aprenderão metodologia, fantasia e criatividades. Devolverão a imaginação.
Deverão ser empenhados por outras crianças filhos de crentes ou não.

Atividades: Aprenderão a fazer rimas, a criar e a decifrar enigmas. E desenvolver a didática para ensinar outras crianças, também desenvolverão a análise lógica como Sherlock homes.
Meninas participarão do escotismo anabatista com certas restrições.

Hierarquia Marcial dos E.A. e atuais membros:
Oficiais:
·         General (três estrelas de ouro da eternidade): Jesus Cristo.
·         Coronel (duas estrelas dourada):
·         Major (uma estrela dourada): Reverendo Glauco Filho e Pr. Heládio Santos.
·         Capitão: Luiz Sousa e Jean.
·         Primeiro Tenente: Pitágoras.
·         Segundo Tenente: Irmã Maninha.
Sub-oficiais
·         Terceiro Tenente: Irmã Janete e Irmã Débora.
·         Sargento: Cristian, Natã, Rubens e Daniel.
·         Cabo: Glauco Neto, Israel e Luiz Júnior.
Pelotão:
·         Escoteiros Anabatistas: José Roberto (condecorado), Débora, Rute, Tiago, Daniel Shalomão, Maria Quésia, Lucas.
·         Aspirantes: Mateus, Acsa.
·         Mascotes: Jaguarzinho e Wolverinizinho. 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

A Flauta Mágica

Poema para meu filho José Roberto

O sorriso do meu filho é maior
o sorriso do meu filho é melhor

É o sorriso das crianças
o sorriso de Deus
o sorriso do meu filho é maior


O sorriso do meu filho é maior
o sorriso do meu filho é melhor

Quem te ama mais que eu
só Deus

O sorriso do meu filho é maior
o sorriso do meu filho é melhor...

Na dor vejo graça
e graça do riso
Graça de bênçãos também...
porque O sorriso do meu filho é melhor
o sorriso do meu filho é maior

Porque o sorriso do meu filho
que nunca andará
é maior e melhor que o do filho perfeito. É melhor, é a maior
supera o de muitos porque...

...O sorriso do meu filho é maior
o sorriso do meu filho é melhor


O sorriso do meu filho é maior
o sorriso do meu filho é melhor
por causa da dor, do sofrimento,  privação. O sorriso do meu filho é a maior...

O sorriso do meu filho é maior
o sorriso do meu filho é melhor
é maior
que o sorriso
do
teu
filho...

Obs.: Este poema acompanha a melodia do filme da Flauta Mágica de 1972. http://www.youtube.com/watch?v=f1NwhVRjyDk

sábado, 25 de agosto de 2012

Os jovens e a ética da sexualidade


Sobre a masturbação
Por que a masturbação é pecado e não pode ajudar nos alívios das pressões sexuais?
Resposta: A masturbação é pura e simplesmente um estímulo sexual que visa um fim específico: o sexo. Assim, só deve ser feita junto com o cônjuge, no que chamam de preliminares sexuais. Fora da relação sexual no casamento, ele só serve como gasolina para o apetite sexual. Por isso não serve para aliviar o homem ou a mulher do desejo sexual.
Sem o parceiro sexual a masturbação é cansativa, dispendiciosa e imprópria. E será pecado porque visa o sexo que não estamos em condições de praticar. Vale considerar o texto de Cantares de Salomão tão enfático: “Conjuro-vos...Não despertem o amor até que eu queira!” (Ct 2.7; 3.5; 8.4).
A saída para se aliviar das pressões sexuais é a graça de Cristo, é andar no Espírito, e não na carne. Andar no Espírito é viver em sintonia com o testemunho do Espírito Santo em nosso espírito (Rm 8.16). É tomar ciência plena da graça salvífica em Cristo Jesus, assim não daremos vazão aos apetites sexuais e tranquila e naturalmente poderemos viver sem sexo a vida toda.  
O alívio que se tem pela masturbação pode até adiar a prática sexual ilícita num momento, mas jamais será útil para condicionar ou preparar a pessoa para que de modo santo espere o momento certo para se praticar a relação sexual agradável a Deus.
Quem se masturba não se sente saciado sexualmente, exatamente porque a masturbação é apenas um estímulo para o sexo, é um meio, não um fim, e só deve ser praticada entre cônjuges.

Verdades vivas
“É mais forte para não ceder ao fumo e ao álcool quem nunca fumou ou bebeu, quem vive a se masturbar-se busca o sexo sem o praticar, pois a masturbação é para isso, por esta razão que os que cedem à fornicação são exatamente aqueles que se dão essa prática”. L.S.  
É muito importante que se diga aos jovens que o casamento não pode ser visto simplesmente como um meio de se aliviar dos desejos sexuais. Lembrar que se existe o pecado da fornicação também existe o do adultério, que é muito mais grave. Jovens que aprendem a controlar seus desejos sexuais antes do casamento são muito mais “treinados” para não cederem aos pecados sexuais depois do casamento.
Conselhos práticos
Sempre que cair nos pecados sexuais seja ativo em lutar para não mais praticá-los. Não se deixe vencer pelas tentações, sinta e cultive a presença do Espírito Santo em seu espírito e extrai disso o poder da nova vida em Cristo (Ef 3.16).
Tenha um irmão ou irmã de confiança para confessar a ele (a) suas falhas (Tg 5.16). Isso deixa você com mais estímulo para não mais ceder à tentação. Sabendo a dificuldade de fazer essas confissões aos irmãos logo, logo, você não mais praticará tais pecados. Lembre que a comunhão com os irmãos deve sempre ter um a efeito santificador em nossa vida. É pela comunhão com os irmãos que obtemos a plena purificação de nossos pecados (1Jo 1.7), é nesse amor fraterno que ficamos cheios de toda a plenitude de Deus (Ef 3.19).
Lembre-se que na tentação você sempre ouvirá que Jesus perdoará seu pecado, que sua salvação é eterna, etc, mas não se deixe iludir. O pecado é sempre prejudicial, ele nunca ajuda, nunca. Se arme com pensamentos de santidade (1Pe 4.1).

terça-feira, 10 de julho de 2012

A Bíblia contra o casamento entre homossexuais


A)     Em grego, a língua em que originalmente foi escrito o Novo Testamento, surpreende na precisão de significado que as palavras possuíam. E nesse ponto pode se perceber um duro golpe naqueles que advogam a existência de um suposto terceiro gênero sexual, além do homem e da mulher. Muitos homossexuais nem sequer tentam ver esse tal suposto terceiro gênero porque de fato ele não existe, ou se nasce homem ou se nasce mulher, daí muitos falarem de escolhas sexuais, e não de terceiro gênero.
Existem em grego três palavras para denominar o termo “homem”, cada uma com um sentido peculiar. Havia ÁNTHROPOS, ANÉR ou ÁNDROS e ÁRSER. A primeira ÁNTHROPOS se referia ao homem no sentido genérico, referindo-se a humanidade como um todo. ÁNTHROPOS seria homem como representante da humanidade, como em 1Tm 2.5: “Porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens (humanidade), Jesus Cristo homem (representante da humanidade)”. Já a segunda palavra ANÉR ou ÁNDROS se refere ao homem adulto, por isso muitas vezes é perfeitamente traduzida por “marido”. Já ÁRSER, a terceira palavra grega para homem, refere-se ao homem no sentido de gênero, significando homem em total distinção de mulher. E é nessa significação que a Bíblia derruba os conceitos dos homossexuais de um terceiro gênero sexual, pois é muito claro em Mt 19.4 e Mc 10.6, textos claros sobre o casamento, em lemos: “Respondendo-lhes Jesus disse: Não tendes lido que o criador os fez desde o princípio macho (ÁRSER) e fêmea, e que ORDENOU (grifo para destaque): Por isso deixará o homem pai e mãe, e unir-se-á a sua mulher, e serão os dois um só carne”. Fica evidente no texto que o uso da palavra ÁRSER reforça o conceito distintivo do homem da mulher. Mas nesse texto há ainda algo interessante.
B)      Notem nos textos de Mt 19.4 e Mc 10.6 que Jesus encontra a clara distinção do homem e da mulher e da base do casamento nos conceito básicos de pai e mãe: “deixará seu pai e sua mãe, e unir-se-á a sua mulher”. Com isso fica claro que o casamento entre homossexuais desestrutura a base familiar do matrimônio, este ganha vida a partir do pai e da mãe. Poderíamos até afirmar (para ênfase é claro) que nenhum casamento seria válido se o indivíduo tivesse dois pais ou duas mães como querem que sejam os homossexuais ao se referir a si mesmos quando buscam apontar esses papéis para eles dentro do casamento. Isso só não é regra, ou seja, não pode ser afirmado, exatamente porque não existe ninguém com dois pais sem uma mãe ou de duas mães sem um pai. Assim, o casamento entre homossexuais não existe de forma alguma, é algo que se auto-anula em si mesmo e só serve para perverter a família, não se pode nem criar regras contrárias porque simplesmente não existe, mas ironicamente, se existisse seria totalmente refutado. Que coisa fraca! Repito para ficar irônica minha dupla refutação:
“o casamento entre homossexuais não existe de forma alguma, é algo que se auto-anula em si mesmo e só serve para perverter a família, não se pode nem criar regras contrárias porque simplesmente não existe, mas ironicamente, se existisse seria totalmente refutado”
C)      Por outro lado, o homossexualismo agride a igualdade ou unidade entre o homem e a mulher que se encontra no casamento, pois no casamento o homem e a mulher se tornam uma só carne. Há uma complementação entre o homem e a mulher que só existe no casamento. É esse um dos alvos do verdadeiro casamento. Já no suposto casamento entre homossexuais tanto se perde a base familiar do casamento, o de pai e mãe, como da unidade entre o homem a mulher. Se há uma validade para o casamento homossexual é sua invalidade perfeita. É a escória do lixo perfeita. 



terça-feira, 10 de abril de 2012

A diferença de doutrina e ensino, pastor, mestre, professor e professora.

Quando a Bíblia foi traduzida para o português a palavra grega DIDASKALÍA foi vertida por “doutrina” e não “ensino” como imediatamente um tradutor limitado poderia supor. De fato, a primeira tradução de DIDASKALÍA é “ensino”, mas buscando o critério da fidelidade de significado o termo “doutrina” é bem melhor para traduzir essa palavra encontrada na Bíblia. A questão é que os ensinos da Bíblia não possuem o mesmo grau de importância e aceitabilidade que os ensinos seculares. Os ensinos seculares são muitas vezes teóricos e sem efeito práticos. Já os ensinos da Bíblia são regras de vida e de fé. Por isso a escolha de “doutrina” para traduzir o vocábulo grego DISKALÍA foi correta. A dificuldade é definir precisamente a palavra “doutrina”, pois dar-lhe como sinônimo o termo “ensino” não faz jus ao sentido correto e preciso que os tradutores buscaram originalmente para nosso idioma.

Doutrina seria o ensino dogmático ou inegociável que deve ser seguido.

Ensinar é repassar informações e idéias que dão conhecimento e podem ou não nos afetar. Neste caso se acopla bem ao termo professor (a), já que este apenas professa informações. Já doutrinar é o repasse de informações e ideias de natureza sacra que incutem a reação de obediência.

Disto resulta também a diferença do professor para o mestre cristão. Os dois trabalham com ensino, mas um, o mestre, e mais comumente o pastor, o faz exigindo obediência. O professor é um repassador de conhecimentos, mas o mestre ou o pastor, a semelhança de Jesus, ensina com autoridade, ou seja, cobrando a devida obediência. Sendo que o pastor por ser líder e o mestre por ser habilitado por uma cobrança instintiva de ver o ensino de Cristo seguido, por isso sua preocupação de deixá-lo claro. O mestre não ensina pelo prazer de ensinar, mas pelo prazer de ver o ensino sendo obedecido. Daí seu caráter apologista, tanto no sentido de defender o ensino bíblico como de defender sua obediência. Como o ensino bíblico é eminentemente prático, a marca do mestre deveria ser a vida de obediência que inspira aos demais, e não apenas a riqueza de informações ou de facilidade didática.

Assim fica fácil entender que uma mulher cristã pode sim ensinar como professora, mas não como pastora ou mestre.

O pastor detém uma autoridade espiritual sobre as pessoas. As pessoas facilmente se submetem a sua liderança. Já o mestre detém uma autoridade espiritual sobre o ensino, e não sobre as pessoas. No mestre há um comprometimento de levar as pessoas a obedecer aquilo que ensina, e isso salta aos olhos e inspira os outros a fazê-lo. Por sua vez o professor não impõe ou não causa essa impressão nos alunos, não de forma pessoal, recorrem sempre à autoridade das Escrituras, caso seja professor de Escola Dominical, daí ser o mestre aquele professor que além de ensinar leva os outros a praticar por sua própria vida. Não se trata de um mero moralista, mas de alguém que sabe o que ensina e ensina bem porque vive esse ensino cristão prático.

Diz a Bíblia que o mestre deve se dedicar ao ensino (Rm 12.7) e que o pastor precisa ser apto a ensinar (1Tm 3.2). Isso mostra que a didática, a forma o modo de ensinar, é tão importante para o mestre quanto para o pastor, sendo comum aos dois. A diferença básica do pastor para o mestre é o objeto de trabalho. Um lida com as pessoas, tendo autoridade sobre elas, e o outro com o ensino, tendo autoridade sobre ele. O que não impede, é claro, de um um exercer a função do outro quando necessário. Vejam o caso de Timóteo, ele era pastor, mas Paulo o exortou a exercer a função de evangelista (2Tm 2.5), o que mostra que os ministérios podem se acumular na necessidade.

domingo, 8 de abril de 2012

Os pregadores-profetas do Novo Testamento.

No Antigo Testamento havia os chamados profetas, que eram homens escolhidos por Deus para transmitirem as mensagens de Deus ao seu povo. Eram homens especiais, obedientes e servos de Deus que nada temiam e que fielmente transmitiam as palavras de Deus. De alguns deles foram elaboradas as Escrituras veterotestamentárias, de outros apenas sabemos por citações. Alguns foram mais famosos outros totalmente anônimos. O certo era que estes eram por Deus escolhidos e detentores de alta conta para com Deus. Um versículo de 1Crônicas (16.22) muito citado por pastores que querem ser intocáveis perante os demais cristãos é sempre citado de forma truncada, evitando falar dos profetas de Deus, destacando apenas o lado dos pastores, o texto reza: "Não toqueis os meus ungidos, e não façais mal aos meus profetas". Sendo que na verdade, pelo contexto, de quem se está falando com mais destaque era dos profetas e não dos ungidos, visto que nenhum dos patriarcas foram ungidos, ou seja receberam o óleo da unção, mas era profetas, ou seja, recebiam de Deus visões e revelações diretas. E vale destacar, os ungidos o eram por profetas, mas os profetas era escolhidos diretamente por Deus.
Pois bem, em nossos dias existem muitos ungidos (homens consagrados a Deus, os pastores, os quais têm a incumbência de esta a frente dos demais cristãos, mas o número de profetas neotestamentários, pregadores que são escolhidos diretamente por Deus para transmitirem a mensagem do Evangelho de modo ousado são poucos. Homens sem "rabo preso" digamos assim, que não dependem de ninguém para serem o que são, ou de qualificação humano-terrena para serem porta-vozes de Deus, mas que pelo seu modo obediente de se comportar e viver o cristianismo são vasos preparados para todo boa obra, principalmente as mais ousadas e difíceis, como repreender com ousadia e abalo os pastores e crentes mundanos, que geram a ira da cristandade e estimulam o zelo da igreja do Senhor. Homens destemidos, uns tipos de kamikases (mártires) de Jesus, que deixam claro que não ligam para suas vidas, mas muito mais que cumpram o serviço que Deus os incumbiu (At 20.24; Fp 2.29, 30). Ao vermos homens assim, somos estimulados e encorajados a sermos mais santos, mais dedicados e esmerados na obra de Deus, tendo uma vida de temor e tremor diante do nosso Deus.
Que Deus levante mais profetas neotestamentários, é o que mais precisamos nesses dias!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Crônicas das guerras espirituais. 08.01.12

Que dias memoráveis esses!
Eu e Eduardo estivemos pregando na praça do Ferreira, no dia em que Fortaleza, por conta da greve dos policiais militares sofreu com com arrastões e ameaças de arrastões. O centro comercial de Fortaleza parou pela expectativa de multidões invadirem as lojas para saquearem as coisas. Decidi então intervir. Liguei para o Eduardo e marquei para nos encontrarmos na ponte do riacho Maceió no bairro Varjota no Mucuripe para de lá irmos pregar na praça central de Fortaleza.
Enquanto esperava o Eduardo acabei pregando na ponte do rio Maceió. Lá em público e com a caixinha de ampliação de voz, dialoguei pregando com o pai do meu amigo que cometeu suicídio no segundo semestre de 2011, o Berg, que já deve está no inferno aguardando o triste o juízo de Deus para ir ao terrível lago de Fogo, a não ser que de alguma forma tenha praticado o pecado que não se pode pedir perdão (porque se está morto) inconsciente, numa total loucura. Apesar deu achar difícil isso. Mas quem sabe é Deus. Pois bem, disse ao pai do finado Berg que se ele não cresse em Jesus teria te viver o resto dos dias na bebedeira, como estava fazendo, para tentar aliviar a dor na consciência de ter sido culpado da morte triste do filho. Tentei poupá-lo ao máximo, mas Deus queria falar com aquelas pessoas que moram nas imediações do riacho Maceió. Depois, enquanto ainda esperava o Eduardo, encontrei-me com o Cícero (Júnior) amigo comum de mim do finado Berg, já que estudamos no mesma Escola (Presidente Médici) no Mucuripe. Conversei com o Júnior falei que Jesus estava para voltar, falei que acabara de pregar ali sobre o perdão, Jesus e o suicídio do Berg. O Júnior acha que todos são culpados da morte do Berg, até ele se achava culpado. Também disse que em parte eu me achava culpado, preguei tão pouco, fui muito estrategista para conseguir levá-lo a Cristo pela amizade e o tempo. Deveria ter sido mais incisivo, direto, franco, sem medo de perder a amizade ou qualquer chance de contato. Mas depois, pensando na hora, disse ao Júnior, o principal culpado foi o Berg mesmo! Fora muito escarnecedor, se deixou levar para influência dos rockeiros que gostava (Beatles, Pink Froyd...), zombava muito das religiões e de Cristo.
E o Eduardo chegou na motocicleta e nela nos dirigimos a praça. Nossas pregações na Praça do Ferreira foram ungidas, cheias do poder de Deus. Falei que se me encontrasse com algum arrastão o deteria em nome (pessoa) de Jesus em mim, dizendo para a massa "ensandecida" e oportunista: Cada um de vocês pode tentar se ocultar na multidão para roubar e saquear, mas Deus contempla cada um de vocês individualmente, e saibam: NENHUMA LADRÃO HERDARÁ O REINO DE DEUS!!
A pregação do Eduardo foi memorável. Nunca vi ele pregar com tanto unção. E o surpreendente é que ele nem se apercebia da virtude de Deus em sua mensagem.
A noite no trabalho liguei para o jovem Leão, o pastor Glauco e contei sobre nossa obra na praça do Ferreira. A esposa do Pastor perguntou se seria bom eles irem para o culto na capela de Moriá, eu disse que sim, o máximo que podia acontecer era eles morrerem. Ela me achou mais louco que o pastor.
Logo em seguida soube por meu irmão carnal (Jorge) que trabalha no setor de segurança que o bairro de minha mãe estava em terror. Bandidos se aproveitando da greve cometeram maldades. Mataram um homem e uma criança de 3 anos, balearam uma mulher grávida e acertarem um garoto na perna. Logo que soube tentei ligar para o pastor Glauco para dar-lhe mais cuidado já que achei que poderia tê-lo incentivado a ser tão ousado quanto eu. Mas o Pastor devia está no culto de oração, pois seu telefone não atendia. Liguei então para o Pastor Heládio e pedi para que ele tentasse falar com ele e dizer para deixar tudo comigo e que para mim especificamente Deus tinha falado o Sl 91.7 e que quem estivesse ao meu lado poderia ser atingido. O Pastor Heládio disse que faria isso. Mas quase em seguida o Pastor Glauco retornou a ligação a mim e disse-lhe para que ele se resguardasse e deixasse que isso era assunto para o cão de pastor, aquele que ajuda o pastor na condução do rebanho e protege as ovelhas dos lobos. Ele entendeu e riu.
Foi quando decidi ir pregar em frente do Palácio do Governo, que fica na mesma quadra do lugar aonde trabalho, falei ao ronda que assumisse o meu lugar enquanto eu ia pregar em frente do lugar onde se discutia o fim da greve dos militares com o governo.
Vesti minhas roupas de pregador por cima da farta da empresa e preguei com ousadia para os militares que faziam a segurança das duas portarias do lugar. Havia lá também repórteres e jornalistas. Falei o que tinha acontecido no bairro de minha mãe, sobre a morte de criancinha, e indaguei e se fosse minha filha?, eu não estaria aqui transtornado??! Falei que tinha pregado na praça do Ferreira e que tinha ido lá para conter o arrastão. Porque nessas horas não há exército no mundo que segure uma multidão levado pelo mal e a anarquia. Só Deus pode conter o mal! Disse que se os militares queriam mesmo revolucionar deveria pedir demissão de seus empregos públicos e ir vender dim-dim (sacolé) na praia que dá muito mais dinheiro. Disse também aos soldados do exército vocês devem também sair dessa vida de militar. Jogue suas armas no chão e aceitem a Jesus. O cristianismo é incompatível com o homicídio em nome de uma país ou rei. Se Deus não autoriza o cristão verdadeiro a matar em seu nome quanto mais matar em nome de uma governador, presidente, papa, rei ou país! Olhei para o major que cuidava da chefia do lugar. Vocês tem três estrelas e um gemada, é... deve mais que capitão. Eu também sou capitão, mas sou capitão dos escoteiros anabatistas, que possuem muito mais honra do que vocês.
CONTINUA